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O Menor Preço - Para entregas na GRANDE SÃO PAULO E BAIXADA
SANTISTA
(Características do Paralelepípedo)
Material: Granito
Medidas: Comprimento: 18 a 23cm Largura: 12 a 15cm Altura: 12 a
15cm Peso: 8 a 10 kg por peça
Melhor Pavimento para Percursos de Baixa Velocidade
Maior Resistência a Cargas Pesadas
Menor Custo de Manutenção
Garantia de MILÊNIOS
PEDRA + AREIA/PEDRISCO + ASSENTAMENTO
a) Fornecimento dos
paralelepípedos b) Fornecimento,
espalhamento e sarrafeamento de areia ou pó de pedra para o assentamento dos
paralelepípedos c) Fornecimento de pedrisco para o rejuntamento dos
paralelepípedos d) Assentamento dos paralelepípedos e rejuntamento com
pedrisco e) Após a conclusão dos trabalhos, o calçamento será compactado com
rolo compressor f) Após a compactação, a superfície será varrida, e o excesso
de pedrisco ou areia, removidos para fora da pista
A área a ser
pavimentada deverá estar compactada, nas cotas e com os devidos caimentos (caixa
c/ 17cm)
Fornecimento de equipamentos necessários: Rolo Compactador,
Placa Vibratória, etc. necessários para a execução dos serviços
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V E N D A S :
Grande São Paulo e Litoral (11) 4063-7646 - (11) 9 9563-0972 Campinas e Interior (19) 4062-8499 / (19) 9841-6222
Regiões de Maringá, Londrina, Presidente Prudente ... (44) 9908-9700 Mato Grosso - MT, Mato Grosso do Sul - MS, Regiões de Cuiabá, Rondonópolis, Campo Grande e outras cidades (66) 9975-6211
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Executamos também: Serviços de Arrancamento e Reassentamento de
Paralelepípedos
CORREÇÃO DE ONDULAÇÕES, AFUNDAMENTOS, PERDA DE ALINHAMENTO:
a) Desfazer os trechos com defeitos e remover as peças b) Refazer/recompor o colchão de assentamento c) Reassentar as peças d) Executar o travamento e) Compactar as peças com placa vibratória ou rolo compactador f) Efetuar o rejuntamento
As vantagens do calçamento de paralelepípedos
Existem vários
exemplos de estradas, ruas, praças e pátios construídas há milênios
com paralelepipedo e que ainda hoje servem a população, de forma eficiente e
barata. Esses pavimentos de paralelepipedo resistiram aos séculos. São o
testemunho de uma prática ecológica e eficiente de se urbanizar as cidades e
garantir o bem estar dos moradores.
Há uma infinidade de cidades
milenares com pavimentações de paralelepipedo, que são preservadas na
atualidade. Veja algumas onde os pavimentos com mais de 1000 anos de idade
encontram-se em perfeito estado e parecem ter sido feitos recentemente, como é o
caso de:
Capela Sistina em Roma de 1508 a 1512, o calçamento foi feito 20
anos depois
Coliseu em Roma concluído no ano 37, sem registro do ano do
calçamento
Praça vermelha em Moscou pavimento em pedra feito
provavelmente há 1200 anos
Avenida Damrak centro de Amisterdan pavimento
com mais 350 anos
Arco do Triunfo Paris, calçamento com mais de 700
anos
Lisboa - Portugal, pavimento com mais de 500 anos em perfeito estado
de conservação
Ladeiras da cidade de Ouro Preto, calçamento feito por
volta do ano de 1720
Praça em Ouro Preto, calçamento tombado no centro
histórico
A Pavimentação das Ruas
No caso da
execução das obras de infra-estrutura, ou possíveis reparos nas já existentes
sob os pavimentos, é necessário a remoção do mesmo e após a conclusão das obras,
é preciso fazer a recuperação do pavimento, buscando ao máximo o estado original
do mesmo. No caso dos pavimentos construídos com paralelepipedo ou bloquete,
quando removidos, a recuperação, se bem executada não deixa perceber que houve
qualquer interferência no pavimento original. O mesmo já não acontece com o
asfalto, uma vez aberto, o pavimento fica com uma cicatriz para sempre, a não
ser que se remova o restante do pavimento e refaça tudo novamente, opção que se
torna inviável, devido aos altos custos para sua
execução.
Impermeabilização do solo
Todos os
calçamentos dos tipos paralelepipedo e bloquete, sem rejuntamento de argamassa
são considerados pavimentos ecologicamente corretos, permitindo a infiltração da
água da chuva. As vantagens desta infiltração vão desde a recarga do lençol
freático, à diminuição da vazão escoada para os mananciais, o que diminui os
riscos de enchentes.
Calor
O asfalto, embora sendo uma
camada fina, tem o poder de absorver calor durante o período de insolação. Este
calor absorvido é liberado para o meio, o qual pode ser sentido ao andar pelas
ruas asfaltadas. A temperatura é tanto que podemos sentir a liberação do calor
nos pés, após andarmos por algum tempo sobre um pavimento de asfalto, depois de
um dia ensolarado. O aquecimento é tão grande, que o pavimento asfáltico chega a
derreter e até enrugar, nos pontos onde o transito é pesado e intenso.
O
pavimento de asfalto ainda continua irradiando calor por um bom tempo após o sol
se pôr o que provoca um maior aquecimento das paredes externas das casas, que
consequentemente, acaba liberando parte deste calor para o interior das
residências, causando um desconforto térmico muito grande. Segundo estudos, o
aumento da temperatura é de até 3º C, mas com sensação térmica de 5º
C.
No calçamento de paralelepipedo o comportamento é totalmente
diferente, uma vez que este tipo de pavimento, por características geológicas,
absorve menos calor. Este comportamento se deve, além das características da
rocha, a espessura do calçamento em contato com a base (solo) facilita a
dispersão do calor absorvido, não irradiando o calor por muito tempo depois do
período de insolação, deixando a temperatura mais amena e tornando o clima mais
agradável.
Vegetação existente entre as pedras
Outra
grande vantagem dos pavimentos de bloquete ou paralelepipedo, é que depois de
algum tempo aparecem fungos e gramíneas inseridas entre as juntas, ou seja, nas
partes que normalmente são preenchidas com areia.
Estas colônias de
vegetais que aí proliferam podem ser imperceptíveis para muitos, mas desempenham
funções importantes para o meio ambiente como a absorção de água e nutrientes;
retenção de parte dos sólidos carreados pela água de chuva; micro partículas de
poluição como é o caso do próprio desgaste do asfalto; borracha do desgaste de
pneus e resíduos de lona de freios dos veículos que são altamente tóxicos. O
papel exercido por estas vegetações contribui diretamente com a qualidade da
água e conseqüentemente da vida aquática. Estas plantas que crescem entre os
calçamentos, ajundam ainda, a diminuir a velocidade de escoamento das águas
superficiais e contribuem de forma substancial para dissipar o calor recebido
pelo calçamento. Além do fato de que estas pequenas plantas realizam
fotossíntese capturando o CO2 liberado pelos carros e liberando o O2 para o
ambiente. É bom lembrar que elas não prejudicam os aspectos visuais das vias,
uma vez que são muito pequenas e as que sobressaem das juntas das pedras, os
pneus já fazem a poda com o atrito no calçamento.
Escoamento das
águas pluviais
Outro ponto agravante com o asfaltamento das ruas é o
aumento da velocidade de escoamento das águas de chuva, uma vez que a camada de
asfalto é impermeável, e visivelmente mais regular que o pavimento de
paralelepipedo, o que facilita o escoamento da água. Como tem uma vida útil
muito pequena em relação aos pavimentos de paralelepípedo, fato já comprovado,
pelo desgastes do atrito e de intempéries, ainda temos o aumento da velocidade
de escoamento da água de chuva que provoca um desgaste considerável para o
pavimento asfáltico.
Pequena vida útil do pavimento
asfáltico
O pavimento asfáltico tem pequena vida útil quando
confrontado com os calçamentos de
paralelepipedo.
Conclusão
A vida útil do pavimento
asfáltico é com certeza menor que 1/1000 (um milionésimo) da vida dos pavimentos
de paralelepipedo.
O pavimento asfáltico provoca um aquecimento
considerável, criando bolsões de calor nos perímetros urbanos que deve ser
considerado em tempos de aquecimento global.
Todo o material desgastado
do pavimento asfáltico, tanto o orgânico como o inorgânico acabam nos cursos
d’água, entulhando a calha dos mesmos e provocando poluição e
contaminação.
Este mesmo material inorgânico sólido, o pedrisco, a brita
e a areia, provocam desgastes nas manilhas do sistema de drenagem pluvial pelo
atrito durante o escoamento.
Os pavimentos de paralelepípedos
inter-travados e com rejuntamento de areia ou pedrisco, são considerados
ecologicamente corretos uma vez que permitem a infiltração da água de chuva
recarregando o lençol freático e minimizando os efeitos de enchentes.
Os
pavimentos de paralelepipedo além de absorver menos calor, propiciam o
crescimento de determinadas gramíneas que, além de ajudar a diminuir a
temperatura, captam CO2 que é expelido pelos carros, partículas coloidais
carregadas de nutrientes que poluem os cursos d’água.
A recuperação dos
pavimentos de paralelepipedo fica perfeita quando bem executado.